
quinta-feira, 25 de junho de 2009
FÉ E OBRA
FÉ E OBRAS
Tg 2.14 Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo?
Tg 2.15 Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano,
Tg 2.16 e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso?
Tg 2.17 Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma.
Tg 2.18 Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
Tg 2.19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem.
Tg 2.20 Mas queres saber, ó homem insensato, que a fé sem as obras é inútil?
Tg 2.21 Porventura não foi pelas obras que nosso pai Abraão foi justificado quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque?
Tg 2.22 Vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.
Tg 2.23 E se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça, e foi chamado amigo de Deus.
Tg 2.24 Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé.
Tg 2.25 E de igual modo não foi a meretriz Raabe também justificada pelas obras, quando acolheu os espias, e os fez sair por outro caminho?
Tg 2.26 Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.
Tg 2.14 Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo?
Tg 2.15 Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano,
Tg 2.16 e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso?
Tg 2.17 Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma.
Tg 2.18 Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
Tg 2.19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem.
Tg 2.20 Mas queres saber, ó homem insensato, que a fé sem as obras é inútil?
Tg 2.21 Porventura não foi pelas obras que nosso pai Abraão foi justificado quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque?
Tg 2.22 Vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.
Tg 2.23 E se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça, e foi chamado amigo de Deus.
Tg 2.24 Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé.
Tg 2.25 E de igual modo não foi a meretriz Raabe também justificada pelas obras, quando acolheu os espias, e os fez sair por outro caminho?
Tg 2.26 Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.
A CONDENAÇÃO
A CONDENAÇÃO DOS RICOS OPRESSORES
Tg 5.1 E agora, vós ricos, chorai e pranteai, por causa das desgraças que vos sobrevirão.
Tg 5.2 As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão roídas pela traça.
Tg 5.3 O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e devorará as vossas carnes como fogo. Entesourastes para os últimos dias.
Tg 5.4 Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos.
Tg 5.5 Deliciosamente vivestes sobre a terra, e vos deleitastes; cevastes os vossos corações no dia da matança.
Tg 5.6 Condenastes e matastes o justo; ele não vos resiste
Tg 5.1 E agora, vós ricos, chorai e pranteai, por causa das desgraças que vos sobrevirão.
Tg 5.2 As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão roídas pela traça.
Tg 5.3 O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e devorará as vossas carnes como fogo. Entesourastes para os últimos dias.
Tg 5.4 Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos.
Tg 5.5 Deliciosamente vivestes sobre a terra, e vos deleitastes; cevastes os vossos corações no dia da matança.
Tg 5.6 Condenastes e matastes o justo; ele não vos resiste
SABEDORIA
DOIS TIPOS DE SABEDORIA
Tg 3.13 Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom procedimento as suas obras em mansidão de sabedoria.
Tg 3.14 Mas, se tendes amargo ciúme e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.
Tg 3.15 Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.
Tg 3.16 Porque onde há ciúme e sentimento faccioso, aí há confusão e toda obra má.
Tg 3.17 Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia.
Tg 3.18 Ora, o fruto da justiça semeia-se em paz para aqueles que promovem a paz.
Tg 3.13 Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom procedimento as suas obras em mansidão de sabedoria.
Tg 3.14 Mas, se tendes amargo ciúme e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.
Tg 3.15 Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.
Tg 3.16 Porque onde há ciúme e sentimento faccioso, aí há confusão e toda obra má.
Tg 3.17 Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia.
Tg 3.18 Ora, o fruto da justiça semeia-se em paz para aqueles que promovem a paz.
O CLAMOR AO SENHOR
Eu te amo, ó Senhor, força minha.
Sl 18.2 O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo, em quem me refúgio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.
Sl 18.3 Invoco o Senhor, que é digno de louvor, e sou salvo dos meus inimigos.
Sl 18.4 Cordas de morte me cercaram, e torrentes de perdição me amedrontaram.
Sl 18.5 Cordas de Seol me cingiram, laços de morte me surpreenderam.
Sl 18.6 Na minha angústia invoquei o Senhor, sim, clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu ele a minha voz; o clamor que eu lhe fiz chegou aos seus ouvidos.
Sl 18.7 Então a terra se abalou e tremeu, e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porquanto ele se indignou.
Sl 18.8 Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca saiu fogo devorador; dele saíram brasas ardentes.
Sl 18.9 Ele abaixou os céus e desceu; trevas espessas havia debaixo de seus pés.
Sl 18.10 Montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.
Sl 18.11 Fez das trevas o seu retiro secreto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das águas e as espessas nuvens do céu.
Sl 18.12 Do resplendor da sua presença saíram, pelas suas espessas nuvens, saraiva e brasas de fogo.
Sl 18.13 O Senhor trovejou a sua voz; e havia saraiva e brasas de fogo.
Sl 18.14 Despediu as suas setas, e os espalhou; multiplicou raios, e os perturbou.
Sl 18.15 Então foram vistos os leitos das águas, e foram descobertos os fundamentos do mundo, à tua repreensão, Senhor, ao sopro do vento das tuas narinas.
Sl 18.16 Do alto estendeu o braço e me tomou; tirou-me das muitas águas.
Sl 18.17 Livrou-me do meu inimigo forte e daqueles que me odiavam; pois eram mais poderosos do que eu.
Sl 18.18 Surpreenderam-me eles no dia da minha calamidade, mas o Senhor foi o meu amparo.
Sl 18.19 Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim.
Sl 18.20 Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça, retribuiu-me conforme a pureza das minhas mãos.
Sl 18.21 Pois tenho guardado os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus.
Sl 18.22 Porque todas as suas ordenanças estão diante de mim, e nunca afastei de mim os seus estatutos.
Sl 18.23 Também fui irrepreensível diante dele, e me guardei da iniqüidade.
Sl 18.24 Pelo que o Senhor me recompensou conforme a minha justiça, conforme a pureza de minhas mãos perante os seus olhos.
Sl 18.25 Para com o benigno te mostras benigno, e para com o homem perfeito te mostras perfeito.
Sl 18.26 Para com o puro te mostras puro, e para com o perverso te mostras contrário.
Sl 18.27 Porque tu livras o povo aflito, mas os olhos altivos tu os abates.
Sl 18.28 Sim, tu acendes a minha candeia; o Senhor meu Deus alumia as minhas trevas.
Sl 18.29 Com o teu auxílio dou numa tropa; com o meu Deus salto uma muralha.
Sl 18.30 Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito; a promessa do Senhor é provada; ele é um escudo para todos os que nele confiam.
Sl 18.31 Pois, quem é Deus senão o Senhor? e quem é rochedo senão o nosso Deus?
Sl 18.32 Ele é o Deus que me cinge de força e torna perfeito o meu caminho;
Sl 18.33 faz os meus pés como os das corças, e me coloca em segurança nos meus lugares altos.
Sl 18.34 Adestra as minhas mãos para a peleja, de sorte que os meus braços vergam um arco de bronze.
Sl 18.35 Também me deste o escudo da tua salvação; a tua mão direita me sustém, e a tua clemência me engrandece.
Sl 18.36 Alargas o caminho diante de mim, e os meus pés não resvalam.
Sl 18.37 Persigo os meus inimigos, e os alcanço; não volto senão depois de os ter consumido.
Sl 18.38 Atravesso-os, de modo que nunca mais se podem levantar; caem debaixo dos meus pés.
Sl 18.39 Pois me cinges de força para a peleja; prostras debaixo de mim aqueles que contra mim se levantam.
Sl 18.40 Fazes também que os meus inimigos me dêem as costas; aos que me odeiam eu os destruo.
Sl 18.41 Clamam, porém não há libertador; clamam ao Senhor, mas ele não lhes responde.
Sl 18.42 Então os esmiuço como o pó diante do vento; lanço-os fora como a lama das ruas.
Sl 18.43 Livras-me das contendas do povo, e me fazes cabeça das nações; um povo que eu não conhecia se me sujeita.
Sl 18.44 Ao ouvirem de mim, logo me obedecem; com lisonja os estrangeiros se me submetem.
Sl 18.45 Os estrangeiros desfalecem e, tremendo, saem dos seus esconderijos.
Sl 18.46 Vive o Senhor; bendita seja a minha rocha, e exaltado seja o Deus da minha salvação,
Sl 18.47 o Deus que me dá vingança, e sujeita os povos debaixo de mim,
Sl 18.48 que me livra de meus inimigos; sim, tu me exaltas sobre os que se levantam contra mim; tu me livras do homem violento.
Sl 18.49 Pelo que, ó Senhor, te louvarei entre as nações, e entoarei louvores ao teu nome.
Sl 18.50 Ele dá grande livramento ao seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e sua posteridade, para sempre.
Sl 18.2 O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo, em quem me refúgio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.
Sl 18.3 Invoco o Senhor, que é digno de louvor, e sou salvo dos meus inimigos.
Sl 18.4 Cordas de morte me cercaram, e torrentes de perdição me amedrontaram.
Sl 18.5 Cordas de Seol me cingiram, laços de morte me surpreenderam.
Sl 18.6 Na minha angústia invoquei o Senhor, sim, clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu ele a minha voz; o clamor que eu lhe fiz chegou aos seus ouvidos.
Sl 18.7 Então a terra se abalou e tremeu, e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porquanto ele se indignou.
Sl 18.8 Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca saiu fogo devorador; dele saíram brasas ardentes.
Sl 18.9 Ele abaixou os céus e desceu; trevas espessas havia debaixo de seus pés.
Sl 18.10 Montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.
Sl 18.11 Fez das trevas o seu retiro secreto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das águas e as espessas nuvens do céu.
Sl 18.12 Do resplendor da sua presença saíram, pelas suas espessas nuvens, saraiva e brasas de fogo.
Sl 18.13 O Senhor trovejou a sua voz; e havia saraiva e brasas de fogo.
Sl 18.14 Despediu as suas setas, e os espalhou; multiplicou raios, e os perturbou.
Sl 18.15 Então foram vistos os leitos das águas, e foram descobertos os fundamentos do mundo, à tua repreensão, Senhor, ao sopro do vento das tuas narinas.
Sl 18.16 Do alto estendeu o braço e me tomou; tirou-me das muitas águas.
Sl 18.17 Livrou-me do meu inimigo forte e daqueles que me odiavam; pois eram mais poderosos do que eu.
Sl 18.18 Surpreenderam-me eles no dia da minha calamidade, mas o Senhor foi o meu amparo.
Sl 18.19 Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim.
Sl 18.20 Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça, retribuiu-me conforme a pureza das minhas mãos.
Sl 18.21 Pois tenho guardado os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus.
Sl 18.22 Porque todas as suas ordenanças estão diante de mim, e nunca afastei de mim os seus estatutos.
Sl 18.23 Também fui irrepreensível diante dele, e me guardei da iniqüidade.
Sl 18.24 Pelo que o Senhor me recompensou conforme a minha justiça, conforme a pureza de minhas mãos perante os seus olhos.
Sl 18.25 Para com o benigno te mostras benigno, e para com o homem perfeito te mostras perfeito.
Sl 18.26 Para com o puro te mostras puro, e para com o perverso te mostras contrário.
Sl 18.27 Porque tu livras o povo aflito, mas os olhos altivos tu os abates.
Sl 18.28 Sim, tu acendes a minha candeia; o Senhor meu Deus alumia as minhas trevas.
Sl 18.29 Com o teu auxílio dou numa tropa; com o meu Deus salto uma muralha.
Sl 18.30 Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito; a promessa do Senhor é provada; ele é um escudo para todos os que nele confiam.
Sl 18.31 Pois, quem é Deus senão o Senhor? e quem é rochedo senão o nosso Deus?
Sl 18.32 Ele é o Deus que me cinge de força e torna perfeito o meu caminho;
Sl 18.33 faz os meus pés como os das corças, e me coloca em segurança nos meus lugares altos.
Sl 18.34 Adestra as minhas mãos para a peleja, de sorte que os meus braços vergam um arco de bronze.
Sl 18.35 Também me deste o escudo da tua salvação; a tua mão direita me sustém, e a tua clemência me engrandece.
Sl 18.36 Alargas o caminho diante de mim, e os meus pés não resvalam.
Sl 18.37 Persigo os meus inimigos, e os alcanço; não volto senão depois de os ter consumido.
Sl 18.38 Atravesso-os, de modo que nunca mais se podem levantar; caem debaixo dos meus pés.
Sl 18.39 Pois me cinges de força para a peleja; prostras debaixo de mim aqueles que contra mim se levantam.
Sl 18.40 Fazes também que os meus inimigos me dêem as costas; aos que me odeiam eu os destruo.
Sl 18.41 Clamam, porém não há libertador; clamam ao Senhor, mas ele não lhes responde.
Sl 18.42 Então os esmiuço como o pó diante do vento; lanço-os fora como a lama das ruas.
Sl 18.43 Livras-me das contendas do povo, e me fazes cabeça das nações; um povo que eu não conhecia se me sujeita.
Sl 18.44 Ao ouvirem de mim, logo me obedecem; com lisonja os estrangeiros se me submetem.
Sl 18.45 Os estrangeiros desfalecem e, tremendo, saem dos seus esconderijos.
Sl 18.46 Vive o Senhor; bendita seja a minha rocha, e exaltado seja o Deus da minha salvação,
Sl 18.47 o Deus que me dá vingança, e sujeita os povos debaixo de mim,
Sl 18.48 que me livra de meus inimigos; sim, tu me exaltas sobre os que se levantam contra mim; tu me livras do homem violento.
Sl 18.49 Pelo que, ó Senhor, te louvarei entre as nações, e entoarei louvores ao teu nome.
Sl 18.50 Ele dá grande livramento ao seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e sua posteridade, para sempre.
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